O ator Luis Navarro, apresentador do documentário Ver de Perto e ator na peça Diamba, ambos apoiados pela aLeda, foi o nome mais comentado da sexta-feira na Expocannabis Brasil 2025. Conhecido por abordar a cannabis de forma franca e acessível, Navarro trouxe para o estande da marca seu discurso sobre representatividade, informação e expansão de consciência, alinhado ao novo momento da empresa.
“A minha proposta sempre foi abrir a mente das pessoas e dialogar sobre a planta fora da bolha canábica”, afirmou o ator, que considera a aLeda uma parceira essencial nessa missão. “A aLeda está há quase 20 anos no jogo, mais tempo até do que meu sobrinho. Para mim, é a empresa número um do Brasil quando o assunto é fortalecer a cultura canábica. Eles me apoiaram no Sessão, no Ver de Perto e agora na peça Diamba. A marca comprou essa ideia tanto no micro quanto no macro.”
Navarro acompanhou de perto as ativações realizadas pela aLeda na sexta-feira, primeiro dia de feira, que atraíram longas filas e dominaram as redes sociais. A principal delas foi a SuperBag, ação que retornou após o enorme sucesso na edição anterior. Os visitantes receberam uma bolsa especial e puderam personalizar até quatro itens, como patches DTF, um patch extra e um bottom. Na mesa de customização equipada com mini-ferros, cada peça ganhou intervenções criativas inspiradas na nova identidade da marca.
Fundada em 2006 pelos irmãos Giorgio e Renato Volonghi, a aLeda marcou a história da cannabis no Brasil ao lançar a primeira seda de celulose transparente 100% vegetal, produto que rapidamente ganhou o mundo. Em seu primeiro ano, a marca alcançou mais de 50 países, conquistou o terceiro lugar na Cannabis Cup de Amsterdã e venceu o prêmio de Melhor Produto na High Life, em Barcelona. Também fez história no Carnaval paulistano ao patrocinar a bateria da Rosas de Ouro por três anos consecutivos.
Na Expocannabis 2025, a presença de Luis Navarro reforça o novo posicionamento da aLeda. Entre produções audiovisuais, teatro e ativações culturais, a marca aposta em experiências que aproximam o público, desmistificam a planta e fortalecem a comunidade. “Toda sessão da peça Diamba tem alguém ali descobrindo a planta, desmistificando, entendendo o futuro e o mercado atual. É olho no olho. É perfeito”, completa o ator.
